domingo, 18 de julho de 2010

Viver mais de boca fechada



A dieta de restrição calórica alongou
a vida de animais. Agora, cientistas
estudam seus efeitos no homem


Pesquisas de laboratório Mostram que com apenas metade das calorias fornecidas por sua alimentação normal,não apenas se livram das doenças associadas à velhice como conseguem manter a aparência mais jovem.
Os próprios cientistas estão adotando o mesmo padrão alimentar de quase-privação calórica(lf :).
A vida poderia ser prolongada para cerca de 150 anos. Os efeitos da restrição calórica sobre a duração da vida humana não puderam ainda ser medidos. No entanto, diversas pesquisas destinadas a aferir a melhoria na saúde de pessoas que passam a comer muito menos do que manda a ciência da nutrição.
O que retarda o envelhecimento são mecanismos de proteção das próprias células, que passam a funcionar melhor num corpo submetido a baixa carga de calorias.

Com pouca matéria-prima disponível para produzir energia, o corpo se coloca em uma atitude de economia de combustível e desacelera seu metabolismo. Sabe-se que o metabolismo, além de garantir a vida, gera "radicais livres", substâncias altamente reativas que atacam a parede das células, encurtando-lhes a vida útil. Portanto, com o metabolismo reduzido, diminui também a quantidade de radicais livres em circulação.
Outro efeito positivo é obtido com a queda dos níveis de açúcar e de insulina no sangue, o que reduz o risco de diabetes. O terceiro efeito foi uma surpresa para os pesquisadores. A dieta de restrição calórica desativou certos genes que, com a chegada da idade mais avançada, entram em ação e provocam sérios distúrbios. "Cerca de 70% das grandes modificações genéticas que ocorrem na velhice foram total ou parcialmente suprimidas pela dieta de restrição calórica.

" descobriram o que nós ja fazemos a tempos"




Seria muito bom um mundo com pessoas vivendo mais,e vivendo magras ‼






Princess Freak (a.C

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